Medo de medo?

Sabe aqueles dias, que você acorda com medo do escuro? Medo de levantar e tudo que você pensou no dia dar completamente errado? Ando sentindo isso por alguns dias. É difícil dormir cedo, mais difícil ainda acordar. É como se o cérebro estivesse trabalhando demais, e tudo que um dia já passou pela cabeça, volta a refletir. Uma mistura de enjoo matinal com bolhas no estômago. Nada interessante, se eu puder te falar. O pior não são as bolhas, é o enjoo. Dá vontade de se entregar. “Chega. Vou ficar deitada mesmo.” Um esforço sem recompensa. Eu vou levantar, vou checar o facebook, o blogger, o capítulo novo da série que eu assisto, e a angústia vai continuar aqui. Vou continuar evitando conversas. Com certeza estou melhor calada. Minha mãe define como “tpm”, mas eu sei que não é nada disso. Afinal, ela nem me perturba mais. Sabe o verdadeiro problema? Admitir. Simples, certo? Na realidade não. Não se o meu problema está no passado. Algo que você não pode reverter, consertar. Frustrante. Sensação de impotência. Então eu mudo tudo. Minha rotina, meu corte de cabelo, minha maquiagem, minhas roupas. E nada realmente muda. Minhas desculpas já são patéticas. E meus textos então, nem sei porque ainda os faço. Só deixo meus leitores ainda mais perdidos. Momento nostalgia é aquele quando a angústia me deixa por um momento e eu relembro de todos os erros que eu cometi mais nova, e que logo depois eu era perdoada e me divertia com a pessoa que eu mesma machuquei. Ironia é a vida me colocar no mesmo lugar para lembrar de tudo novamente. É como a primavera se tornando inverno. Pegue meu casaco, te vejo na próxima estação.

Bom gente, não sei se perceberam, mas mudei a cara do blog e agora estou disposta a fazer novos posts interessantes. Esse texto é mais como as mudanças estão acontecendo. E minha disposição para seguir as mudanças estão com tudo. Espero que gostem! Lay (:

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Filme: Quatro Amigas e um Casamento

O post de hoje vai para um filme que eu assisti esses dias e super recomendo.
O filme Quatro Amigas e um Casamento (original Bachelorette) é uma comédia romântica surpreendente. Antes de escolher assistir esse filme, eu fiquei bem receosa, porque o título era bem “Sessão da Tarde” da Globo. Mas minhas amigas e eu decidimos ver mesmo assim, afinal o filme de terror que a gente queria ver não estava passando. O legal é que a gente não se arrependeu em nada de ter escolhido a sessão. Porque com certeza o filme é muito mais que uma sessão da tarde.

A sinopse é:
“Três ex-populares garotas do colégio são convidadas pra serem damas de honra da menos popular da turma, que fica noiva de um dos solteirões mais cobiçados de Nova York. Elas decidem aceitar o convite para se divertirem um pouco com a situação, mas acabam se deparando com muito mais.”

Como vocês podem perceber, começa com nada mais que amigas tirando sarro umas das outras. Com o decorrer do filme muitas outras aventuras vão acontecendo. E para você que ainda não se convenceu de que o filme vale a pena ver, eu vou deixar algumas fotos que falam por elas mesmas.

Minha opinião sobre o filme:
“Apesar do nome não ser atrativo, a história do filme é sensacional. Nos momentos em que você acha que o filme vai ficar entediante, uma volta no humor e uma reviravolta nas situações te fazem ficar mais presa na tela do cinema.”

Não se esqueça de ver as fotos!
É isso aí, meus amores, vou ficando por aqui! Espero que tenham gostado! Qualquer coisa, já sabem: é só comentar!


Retorno

            Todos tem direito a um lugar onde descansar. Todos tem direito de um momento de paz. Algo que nos faça sentir que somos únicos. Todos precisam de um ‘se’ de que quero mais, uma música inspiradora ou um quadro em branco esperando ser pintado. Enquanto muitos tentam, de milhões de formas, se encontrar, é aqui que eu me encontro. Teclado, mouse, youtube tocando uma música inspiradora e talvez apenas um quadro de texto onde eu vou expor minhas próprias opiniões. É como se sentir diferente, única e completa de alguma forma. É assim, talvez, para a maior parte de escritores anônimos nessa imensa rede.
           De alguma forma, os problemas do dia-a-dia, vão te tirando o tempo de compartilhar ocasiões importantes que alguém iria adorar ler. E retornar a essa vida de teclado, palavras e sentimentos, é como um reconforto de que se está no caminho certo. Não existe uma preocupação se algo escrito aqui fará realmente alguma diferença, mas com certeza fará diferença a si próprio. É essa beleza de se escrever. Modificar-se.
          Enquanto existir pessoas que se expressam por meio de palavras, existirão explicações para tanto sentimentalismo e tanta dedicação. Não aos outros, por mais que muitas das vezes os leitores sejam o objetivo, mas a si mesmo. Lembrar que você é capaz de entreter pessoas que realmente gostam das suas humildes palavras. Um presente.
           Seja o presente, para você antes de tudo. Esteja satisfeito e a felicidade virá de mãos dadas. É como retornar ao seu ‘eu’. Encontre-se.
 Layla Fernandes.
            Bem, gente, acho que deu pra entender um pouco o que estou fazendo aqui hoje. Sim, estou retornando como muitas vezes fiz. Retornando a esse lugar que tanto me acolhe. Não são muitas as novidades, além do meu eterno cotidiano tedioso, mas vou tentar mais uma vez fazer a “coisa acontecer“. Espero que gostem 😀
            Qualquer sugestão é só falar, toda ajuda será bem vinda *-* Um grande beijo, e a música inspiradora do youtube para vocês:

Relatos da primeira depilação

Essa é pra rir de chorar!
Nem vou falar nada, a história em si é grande.
Recomendo: leiam!

“Tenta sim. Vai ficar lindo…”

“Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve. Mas acho que pentelho não pesa tanto assim. Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa. Eu imaginava que ia doer, porque elas ao menos m…e avisaram que isso aconteceria. Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.



– Oi, queria marcar depilação com a Penélope.
– Vai depilar o quê?
– Virilha.
– Normal ou cavada?


Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.


– Cavada mesmo.
– Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?
– Ok. Marcado.


Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves, porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui. Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal. Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de “Calígula” com “O albergue”.


Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.
– Querida, pode deitar.


Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura. Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça. Meu Deus, era O Albergue mesmo.
De repente ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.


– Quer bem cavada?
– .é… é, isso.
Penélope então deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.
– Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco senão vai doer mais ainda.
– Ah, sim, claro.
Claro nada, não entendia porra nenhuma do que ela fazia. Mas confiei. De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma esp átula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).


– Pode abrir as pernas.
– Assim?
– Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.
– Arreganhada, né?
Ela riu. Que situação. E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha Virgem. Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca. Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu. Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.
Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.
– Tudo ótimo. E você?


Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes. O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todos porque se cansam de sofrer sozinhas.
– Quer que tire dos lábios?
– Não, eu quero só virilha, bigode não.
– Não, querida, os lábios dela aqui ó.
Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios ? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.
– Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.
– Olha, tá ficando linda essa depilação.
– Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pentelhinho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali. Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo.
“Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra
quando entre uns blábláblás ouvi a palavra pinça.
– Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?
– Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.
Estava enganada. Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.
– Vamos ficar de lado agora?
– Hein?
– Deitar de lado pra fazer a parte cavada.
Pior não podia ficar. Obedeci à Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.
– Segura sua bunda aqui?
– Hein?
– Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.
Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o olho que nada vê. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, peidar na cara dela, como se pudesse envenená-la.
Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:
– Tudo bem, Pê?
– Sim… sonhei de novo com o cu de uma cliente.
Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks. Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil cus por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bunda tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha pra contar a história mais. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xingamentos, preces, tudo junto.
– Vira agora do outro lado.
Porra.. por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.
– Penélope, empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.
– Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.
– Máquina de quê?!
– Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.
– Dói?
– Dói nada.
– Tá, passa essa merda…
– Baixa a calcinha, por favor.


Foram dois segundos de choque extremo: “Baixe a calcinha”…. como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção. Ela viu tudo, da perereca ao cu. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.


– Prontinha. Posso passar um talco?
– Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.
– Tá linda! Pode namorar muito agora.
Namorar…namorar?!… eu estava com
sede de vingança.
Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada.
Mas eu ainda estou na luta…
Fica a minha singela homenagem para nós mulheres!”


É isso aê, meus amores! Dando uma descontraída! Beijos beijos :`*

Vamos passear?

Olá meus amores! E aaaai, como estão? Eu estou morrendo de saudades como sempre! Andei bastante ocupada esses últimos dias e ficou bem difícil de postar e de programar postagens. Mas finalmente achei um tempinho livre e vim fazer a postagem sobre Fortaleza, como havia dito (:
Então, vamos embarcar nesse avião?
Pois bem, faz mais ou menos dois meses que minha mãe foi à Fortaleza para visitar minha avó e voltou com fotos e histórias incríveis. Então eu pensei: tenho que postar sobre lá.
Fortaleza fica no Ceará, no norte do Brasil, e quando digo que guarda paisagens maravilhosas não estou sendo exagerada. Nosso país, em si, é de uma beleza extraordinária. E Fortaleza não poderia ser diferente.
Durante sua viagem, minha mãe foi tirando fotos para ter lembranças. Mal sabia ela que estava servindo de câmera-woman para nosso querido blog (hahahaha). Seu primeiro passeio foi de barco, o que rendeu fotos incríveis. Clique em leia mais e confira todo o post e as fotos:

Olha que paisagem perfeita, não é mesmo? É um ótimo lugar para se praticar esportes aquáticos, mas como a todo momento passa navios e barcas por lá, tem que ter muito cuidado. Segundo a minha mãe”foi perfeito”, e podemos imaginar que tenha sido mesmo, afinal com o clima na maior parte do tempo sendo de calor intenso, nada melhor do um bom lugar refrescante.
E como nenhuma viagem pode passar sem ir à um ponto turístico da região, minha mãe visitou Canoa Quebrada. Todos já ouvimos falar de lá. Suas dunas incríveis e seu pôr-do-sol digno de silêncio. O que nós não ouvimos, foi que temos uma Broadway em pleno Ceará; como assim? Também me fiz essa pergunta quando me contaram. Existe uma rua, muito visitada em Canoa Quebrada que chama Broadway. E é como um ponto de encontro. Como o comércio lá é intenso, em certas épocas do ano a rua fica lotada. Pena que a minha mãe foi fora de época (carnaval e outras festas), se não teríamos fotos de como fica cheio. Mas, apesar disso, temos fotos de lá para vocês conhecerem. Olhem bem:

Como vocês podem ver, estava realmente vazio! Minha mãe, minha avó e minha tia se hospedaram numa pousada bem perto dali, e tudo que queriam fazer iam andando. A pousada estava vazia. Elas chagaram lá pela manhã e o café já estava sendo servido. Elas ficaram esperando um pouco para ver quem iria descer para comer. Perceberam então, que ninguém descia. Chamaram a moça que trabalha lá e perguntaram se já tinha gente hospedada. A resposta foi rápida. Só dava elas na pousada. Um banquete da manhã esperando por ela. Quer melhor atendimento que esse?
Como elas não poderiam deixar de fazer um passeio pelas dunas… bem, não vou falar mais, simplesmente vejam:
Diz se eu não quero sair correndo daqui do Rio e ir direto pra Fortaleza. A viagem de avião dura três horas e vive tendo promoção para quem é do Brasil nesses sites de viagem. Bem, como todo lugar, Fortaleza tem suas curiosidades:
  1. A planta da cidade foi inspirada no mesmo projeto das ruas de Paris;
  2. O Ceará foi o primeiro estado brasileiro a abolir a escravidão;
  3. Assim que foi inaugurada, a Ponte dos Ingleses ou Ponte Metálica, logo se tornou ponto turístico de Fortaleza. Foi uma empresa britânica que desenvolveu o projeto;
Bem, meus amores, é isso aí! Espero que tenham gostado! E desculpas o post cheio de fotos assim, é que não dá para falar de um lugar tão belo sem mostrar o quão belo ele é. Qualquer coisa, já sabem: comentem! Ah, e quem quiser dar sugestão para posts, algum lugar que queiram saber um pouco mais é só pedir 😀
Até o próximo! *-*

Layla Fernandes

E Transbordava



Como se ainda fosse o tempo

eu te amava como um sonhador
dos sonhos que a gente esqueceu de sonhar
dos motivos que a gente desistiu de encontrar

Como os meus clichês preferidos
eu te amava com a sutileza dos finais felizes
e das certezas contaminadas com poesia

Como se fosse verdade, eu te amava
como se eu mesma pudesse entender
as perguntas que eu fiz para a vida
e ninguém conseguiu responder

Como se eu pudesse voltar
Eu te olhava, amava e deixava
sobre a cama as nossas fantasias
e a música que embalava
o que era nosso e a gente não sabia

Como se eu quisesse paz
eu te amava, ia embora e voltaria
a procura do caos que eu roubei
e perdi procurando em você

Como se fosse difícil
eu te amava e me perdia
como se fosse loucura
na simplicidade dos seus sentidos
e no amor que não cabia
eu te amava, e transbordava



Porque a verdade é que a gente sempre acaba falando de amor, não é mesmo?
A foto que eu coloquei hoje é de um filme que eu assisti faz algumas semanas e me apaixonei completamente . O artista ganhou o oscar do ano passado, e muita gente, digo isso pelas minhas amigas, deixou de assistir por ser um filme mudo e em preto e branco. Pra mim isso só torna ele mais fascinante. Se você nunca assistiu um filme mudo por acreditar que deve ser muito chato e você vai acabar dormindo, a minha dica é que você se deixe surpreender por essa história de amor, que é linda, charmosa e ousada. Ele faz a gente pensar que o cinema é muito mais do que a fala dos atores e os efeitos especiais mas, principalmente, que uma bela história de amor não precisa de palavras.
Beijos, amores 

Marcelle F.

Bazar Fashion República

Olá meu amores! Cara, que saudade de vocês! Finalmente voltei hahaha Computador novo #ParaNossaAlegria *-* E já voltei com assunto pra render. É claro, que farei duas postagens – até por que uma não tem nada a ver com a outra hahahaa – e vocês poderão curtir meu “retorno”!
Então, mãos à MODA, ou à OBRA, como preferir 😀
Antes de tudo, alguns já sabem e outros não, eu estudo na Escola Técnica Estadual República, da rede FAETEC. Como o nome já sugere, é uma escola voltada para cursos profissionalizantes. Lá você pode encontrar vários cursos como: Processamento de Dados (vulgo Informática), Eletrônica, Mecânica, Enfermagem e Telecomunicações. Esses cursos são os chamados concomitantes. Isso quer dizer que, caso você passe no concurso, você fará o ensino técnico e o médio juntos. É claro que, sendo uma escola voltada para esses cursos, o forte de lá são realmente os técnicos profissionalizantes. Porém, existe um concurso também para os subsequentes. Aqueles que já terminaram o ensino médio. E é esse o curso que eu vou falar hoje. O curso de Moda.
Como muito se espera de um curso como esse, eles ensinam de tudo, desde a história da moda, até você fazer trança no cabelo. Sério! E, com esse curso rolando já a muitos anos na FAETEC, o pessoal do 1º semestre decidiu fazer um bazar de troca. Se você tivesse um roupa em bom estado e não a quisesse mais, iria no bazar e trocava por uma também de bom estado que lhe servisse. Olha que maravilha! Sem contar que, com a ajuda das meninas que montam looks maravilhosos lá dentro, não tinha como você sair de lá sem algo que gostasse. Eu, sempre curiosa e amiga de uma meninas, fui visitar o bazar e fazer a minha contribuição. Claro que troquei algumas roupas, e até aproveitei pra deixar no estoque alguns jeans que eu já não usava. Tenho fotos para vocês, porém, como era o primeiro Bazar Fashion República as coisas ainda ficaram um pouco bagunçadas.
Achei de muita importância essa atitude, principalmente pela escola. O curso de moda fica no final de um corredor e tem um espaço pequeno para expôr seus trabalhos, e como vocês podem perceber esse finalzinho de corredor guarda muitos talentos. E para não deixar vocês com gostinho de quero mais, vou deixar algumas fotos que eu tirei.

                                                  (Exposição de bonecos do Atelier Costurinhas)

É isso aí, meus anjos! E ai, que acharam do bazar? Qualquer coisa já sabem: comentem e eu responderei *-*
Um beijo, meus bens (: Até o próximo post, não percam essa viajem!